terça-feira, 14 de junho de 2011
Enquanto nossa cidade se afunda administrativa, cultural, social e politicamente, acontecendo até greve do servidor municipal, a segunda em 47 anos, ela perde um dos seus maiores mananciais de sabedoria, não só pelo português que ensinava, fruto do latim que dominava, mas pelo seu conhecimento da história grega, romana e egípcia. Algumas vezes conversei com ele sobre questões culturais, ocasiões em que bebi de uma fonte que agora se seca e que abre uma lacuna no mestrado monlevadense. Ele, visionário, abriu as portas ao ensino particular de Monlevade há meio século, deixando um colégio que é motivo de orgulho para todos nós. Que Padre Antônio Henrique de Albuquerque seja sempre lembrado pelo que fez e o que nos deixou.
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