sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Gosto do Railton como pessoa e como médico, mas não vou votar nele por duas razões: a primeira, ele esteve do lado da dinastia por duas vezes, foi cruelmente massacrado e se aliou a quem o massacrou. Questão de coerência. Segundo, pelo Nozinho que deu um enorme pizão na bola com Monlevade, anunciando um candidato e o desprezando, anunciando outro candidato e também o desprezando juntamente com o seu vice e, com isso, demonstrando falta de compromisso real com o município que lhe deu catorze mil votos, deixando claro que buscou, a qualquer custo, a vitoria nas urnas e não uma solução para os grandes problemas através de um candidato capaz. A politica desse tipo já nos saturou. Conheço bem a Simone Carvalho. É uma pessoa simpática, inteligente, mas não tem perfil para o cargo que lhe foi proposto, e todos sabem que assim foi. Minha opinião é a de que ela está sendo usada como foi também Da. Conceição Winter em dois mandatos e como foram alguns secretários dos referidos mandatos. Não acredito em quem joga tudo por dinheiro. Ninguém me engana duas vezes. Eu jamais votaria em quem tentou pescar várias vezes, não conseguiu, e, ao conseguir, engasgou com os espinhos do peixe. São por estas razões expostas que sou mais claro dizendo que meu voto não é vendido e nem trocado. Meu voto é o maior valor que eu tenho na vida. Ele ´é que me dá liberdade para que eu escolha quem vai me governar. Ele é que ma dá a cidadania.Não faço dele entretenimento como se fosse futebol ou ´paixão desvairada por escudo de time. Por isto que política é coisa séria e precisa ser levada a ferro e fogo, porque ela e nela está o futuro do nosso país. E por isto que o meu voto vai para a honestidade de Conceição Wuinter, que mesmo traída pelos poderosos da dinastia em 2008, jamais jogou farpas sobre eles. Que mesmo estando num governo que se enrolou todo, não permitiu que a secretaria que dirigia recebesse respingos da imoralidade. Aliás, alguém escreveu, a título de difamá-la, que ela foi vice de Carlos Moreira. Onde esta o crime? Itamar Franco foi vice do Collor. Quem foi mais honesto do que Itamar? Cafe Filho foi vice do Getúlio Vargas, que preferiu o suicidio a ser preso e Café foi tão honesto que nem se ouviu falar nele mais. João Monlevade não ´pode mais ficar à mercê de aventureiros políticos. O gargalo econômico e administrativo está se fechando. Atentem bem para os ´planos de governo porque esses é que mostrarão a cara do melhor intencionado. Não acre4item mais em fantasias e promessas mirabolantes como acreditaram naquela da "chave do cofre"

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Estive no final de semana em Governador Valadares comemorando os setenta anos de idade de um dos meus irmãos, ocasião em que pude observar de perto a atual situação do Rio Doce. Surpreendente, diante de tudo que foi falado e anunciado por ocasião da lama que desceu com a queda da barragem da Samarco, em Mariana. Água bem clara e um bom volume, bem maior do que antes da catástrofe. E, pasmem, estão pescando no rio, inclusive dourado. Parece que houve muito ti=ti-ti e interesses outros, inclusive políticos e financeiro no problema. Retorno à cidade que adotei e me deparo com notícias sociais de que o mensalão mineiro voltou à tona, trazendo como principal gancho o envolvimento do atual conselheiro do Tribunal de Contas de Minas Gerais, Mauri Torres. Encontro-me com um politico da velha guarda e ele me fala da possibilidade de o PT se aliar à Conceição WWinter para as eleições municipais. Como petista que é, fala-me que as conversações estão adiantadas.Vem-me a analise dos fatos: se acontecer, como ficará o deputado Nozinho? Ele é do PDT que caminha com o PT no Estado e que é o partido que governa.Desistiria do seu candidato e se juntaria também ao grupo de Conceição? Ai vem o problema de que, politicamente, o PT está mal no pais. E qual partido não está? Em João Mnnlevade quem está pior, o PT ou o PSDB? Quem tem um ex refeito cheio de processo, já condenado, um prefeito que sai também já condenado, um ex deputado envolvido no mensalão não é o PSDB? É preciso que se perceba, principalmente as lideranças políticas, que os últimos oito anos serviram muito como escola para o eleitorado monlevadense e que a eleição que se aproxima não atenderá tanto ao voto de cabresto. O povo já não acreditará mais em promessa de emprego e em chave do cofre, como antes. A atual situação do Hospital Margarida poderá ser determinante e é bom que se diga que não há qualquer perspectiva de mudança para melhor. Ao contrário, o que pode acontecer é piorar mais e facilitar a vitória da oposição, se esta souber se comportar. A fragilidade política está. sem sombra de dúvida, com o PSDB, princialmente pelo medo que os seus dirigente têm de, obrigatoriamente, terem que entregar o Hospital ara as mãos de opositores. Razão do medo? Futuramente falaremos.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Mais uma vez a politica se torna o palco das discussões em João Monlevade. Nas praças, nas ruas, nos bares o que se fala é sobre a desistência de Delci Couto como candidato ao cargo de prefeito da cidade. Uns conseguem entender e outros não. Conheço bem o Delci de longos anos e sempre tivemos uma ótima convivência. Filho de um homem que criou uma enorme família e que deixou para os seus filhos o exemplo do trabalho e da honradez, espelhado hoje no próprio Delci e nos seus irmãos, a maioria conhecida de todos nós, sempre foi completamente avesso a difamações e a censuras infundadas. Só de ser anunciado como possível candidato elas começavam a surgir e ele tinha conhecimento. Além disso, não precisava ele de submeter-se a isso por ser um homem realizado economicamente, ter hoje duas empresas no município, com cerca de sessenta funcionários e, é bom que se diga, em 1974 aqui chegou trazendo somente a roupa que tinha, e eu sou uma das testemunhas. O que tem foi ganho no trabalho. Mas, outros fatores também contribuíram, como principal duas notificações na justiça que lhe ficaram como herança, a exemplo de quase todos os secretários e funcionários daquele mandato de um governo temerário. Eu não lamento somente ´pelo Delci, mas lamento também pela cidade, que perde, comprovadamente, um bom gestor. Mas a vida continua e eu já disse e repito que, quando um poder se agiganta, só temos duas opções: derruba-lo ou tornarmos escravos dele. E o poder que aqui se agiganta não é pela capacidade, mas pela incapacidade adversa. Aqueles que convivem comigo sabem que eu fui contra o candidato Gustavo Prandini (o que me valeu a inimizade da família toda). Eu sabia da incapacidade dele, apesar de ter dado a sorte de ter o PT como aliado e recebido, por isto, mais de vinte milhões de recursos do governo federal, e que acabaram comprovando que eu estava certo, pois ele não fez nada com o dinheiro, deixou para o seu sucessor que também nada fez, sucessor que eu também me posicionei contra quando candidato porque sabia que, tal e qual, não tinha capacidade. Quem lê sobre as manifestações da população nas redes sociais e ou na imprensa escrita, ou as ouve pelas rádios, percebe que a incapacidade tem permitido esse domínio. Uma nova eleição se aproxima. Chegou a hora de definirmos. Escravos ou cidadãos? Eis a questão. Se você escolhe mal, recebe mal. Se você escolhe bem, recebe bem. Se você não sabe a quem escolher, evite tornar-se escravo. Dos males, o menor.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Virou futebol. Atlético x Cruzeiro e vice-versa. E a bola coitadinha, que não tem nada com isso, paga o pato. Leva pancada o tempo todo. É de se admirar e de se lamentar o que se passa hoje na politica brasileira. Um se dizendo esquerda e outro se dizendo direita, cada qual querendo mais o poder para que se tenha mais facilidade ao roubo,cada um mostrando menos escrúpulo e vergonha do que o outro, cada um demonstrando que entende muito menos de democracia do que o outro, pois se julgam intocáveis por terem sido eleitos pelo voto, e assim vão arrastando esta pátria ´para o estrume do descalabro e da desonra. Observei a queda da Dilma, embora parcial, e o festejo da torcida contrária. Todos viram que fiquei distante.Observo agora a queda do Jucá, que ainda deve e tem que acabar de cair. Até o meu amigo Geraldo Magela Ferreira, ausente por algum tempo do face, reaflorou-se. O bloco da Dilma só faltou fazer o samba enredo. Sentado à frente da TV ouvindo os comentários de todas as redes, como sempre faço, concluí que estamos vivendo o período mais vergonhoso da história de um pais em que nunca no mundo houve igual. A historia dos ratos é mais bonita do que a deles. Os ratos roubam porque não plantam e nem ceifam. A desmoralização é tamanha que quem foi pego com a cueca cheia de dólar pede a cabeça do outro que fez um gol contra. Quem é citado como envolvido em trapaça em Furnas e outras cercanias, dá o seu voto pelo impeachment de outro, enfim, se apurasse tudo de todos, sobraria meia dúzia de um total de seiscentos. E a nossa pátria, a bola, é chutada pra lá e pra cá, sofrendo os desgastes internos e externos que um dia podem leva-la à inutilidade. E no futuro, quando no Palácio do Planalto tiver um quadro de um ditador sanguinário na parede, cujo nome esteja escrito, quem sabe, com o sangue de um filho ou um neto nosso, meu ou seu eleitor, quem sabe a geração vivente perguntará à história ou a um pedaço de pano caído no chão, velho, carcomido pelo tempo, nas cores verde a amarelo: o que é ORDEM E PROGRESSO?